alupa

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:: anna parisi. 28 anos. rio de janeiro. algo como um objeto esperando para ser levado. será inútil a perda de tempo agora. em processo.

“A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito. 

Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, 
que puxa válvulas, que olha o relógio, 
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis”

 

- manoel de barros